segunda-feira, 14 de julho de 2014

vive la france

Também se deve escrever nos dias maus, não é?

Que dia dos demónios. Hoje o mundo acordou do contra. Aliás, corrijo: acordou contra mim, para ser especifica. Parece que os revolucionários franceses pegaram em armas e decidiram atacar.

Ainda lhes expliquei que até tenho família em França. Paris! (Apesar de nunca ter ido à Disneyland - "É para o ano!", "É a para o outro!", "Para quê a pressa? Não vai acabar agora...", "O quê? São as celebrações dos 20 anos e por isso vão ter desfiles e diversões especiais que te fariam ridiculamente feliz?!". Ok, já perceberam a ideia).

- Não completei nem 4 horas e meia de sono.
- As fontes estão a fazer-se de difíceis.
- Tentei ir às compras. Tarefa falhada: É difícil ser-se alérgico ao leite na Hungria. Não há manteiga de soja num raio de 10 kms. E nem pensar que vou voltar ao paté de fígado do que-quer-que-aquilo-seja.
- Não me venderam o passe mensal de transporte porque são uns otários.
- Estive uns 40 minutos numa fila para depois confirmar que as informações que me deram estavam incompletas.
- Deram-me cabo da programação perfeita da primeira semana de Agosto.
- O saco do lixo rebentou e com o calor que está a cozinha ficou com um aroma espectacular a citrinos (podres).

E isto foram as partes boas do dia.






E nem o wareztuga me ajuda. Vá lá, disponibilizem o episódio (que está atrasado uma semana) para a viciadona em PLL.


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