Lá para final da semana pego nas duas últimas semanas e faço um update profundo.
Entretanto, decidi pegar num projecto antigo. O projecto já tem dois anos, sendo que o último ano foi sabático, digamos assim. Trata-se de uma recolha de produções portuguesas de qualidade, que vêem (ou não) o seu valor reconhecido no seu país e além-fronteiras. O nome é óbvio, mas nem poderia ser outro: Made in Portugal.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
it's raining (not men, and no-aleluia!)
Isto já anda desactualizado. Mas o tempo não tem ajudado. Nem o meu, nem o da meteorologia lá fora.
Está a chover como o catano. Com direito a trovões'zinhos e tudo. E eu, que não vim preparada para o Inverno, constipei-me. Passei o dia a chá, laranjas e noodles de galinha. E mantas, montes de mantas. (Os cobertores da TAP, lembram-se? A sério, bendita hora. BENDITA!)
Está a chover como o catano. Com direito a trovões'zinhos e tudo. E eu, que não vim preparada para o Inverno, constipei-me. Passei o dia a chá, laranjas e noodles de galinha. E mantas, montes de mantas. (Os cobertores da TAP, lembram-se? A sério, bendita hora. BENDITA!)
Isto sou eu a não querer saber do vosso sol, calor e fotos na praia.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
nunca vi uma azeiteira como tu
Aqui, o preço do azeite ultrapassa 5€ por uma garrafa de litro. Questionei a minha colega de casa sobre um local onde pudesse encontrar mais barato e perguntei-lhe onde comprava o dela.
"Não compro. Só uso óleo, porque o azeite para nós é muito caro".
Caiu-me o mundo. Então e agora? Não vou fazer os meus refugados em óleo! Aliás, eu nem sequer compro óleo e uso o azeite para fritar!
O azeite era um "luxo" (se a Isabel Jonet lesse isto ia bater palminhas) que eu não conseguia dispensar durante quatro meses. "Nunca pensei em sentir-me mal por usar azeite. Durante a nossa conversa senti que estávamos a falar de caviar e que me diziam "com tanta fome no mundo, como é que consegues gastar tanto dinheiro em comida?"
No dia seguinte acabei por dar 1700 HUF por uma garrafita de azeite. Hoje, durante o jantar, peguei na garrafa para temperar as batatas com o azeite. Ora, como todos nós fazemos. Batatas, peixe, e, no meu caso, até mesmo os legumes (cenouras, bróculos e outras leguminosas que eu ando a comer, muuuuito, está bem, mãe?). A expressão que ela fez foi qualquer coisa entre o choque, o susto, a ofensa e a maravilha de estar a ver algo completamente diferente.
"O que é que estás a fazer?!", interrompeu-me ela, em choque.
Olhei para a mesa para confirmar se estava a entornar alguma coisa - algo completamente natural na minha pessoa, como muitos de vós saberão.
"Como é que consegues...por assim... o azeite... CRU?! na comida?!", continuou ela.
Fiquei sem jeito. Ela nunca tinha visto ninguém temperar nada com azeite. "Saladas, sim. Mas não batatas!", explicou-se.
Acabámos por nos rir das nossas diferenças.
Os choques gastronómicos começaram.
"Não compro. Só uso óleo, porque o azeite para nós é muito caro".
Caiu-me o mundo. Então e agora? Não vou fazer os meus refugados em óleo! Aliás, eu nem sequer compro óleo e uso o azeite para fritar!
O azeite era um "luxo" (se a Isabel Jonet lesse isto ia bater palminhas) que eu não conseguia dispensar durante quatro meses. "Nunca pensei em sentir-me mal por usar azeite. Durante a nossa conversa senti que estávamos a falar de caviar e que me diziam "com tanta fome no mundo, como é que consegues gastar tanto dinheiro em comida?"
No dia seguinte acabei por dar 1700 HUF por uma garrafita de azeite. Hoje, durante o jantar, peguei na garrafa para temperar as batatas com o azeite. Ora, como todos nós fazemos. Batatas, peixe, e, no meu caso, até mesmo os legumes (cenouras, bróculos e outras leguminosas que eu ando a comer, muuuuito, está bem, mãe?). A expressão que ela fez foi qualquer coisa entre o choque, o susto, a ofensa e a maravilha de estar a ver algo completamente diferente.
"O que é que estás a fazer?!", interrompeu-me ela, em choque.
Olhei para a mesa para confirmar se estava a entornar alguma coisa - algo completamente natural na minha pessoa, como muitos de vós saberão.
"Como é que consegues...por assim... o azeite... CRU?! na comida?!", continuou ela.
Fiquei sem jeito. Ela nunca tinha visto ninguém temperar nada com azeite. "Saladas, sim. Mas não batatas!", explicou-se.
Acabámos por nos rir das nossas diferenças.
Os choques gastronómicos começaram.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
quem não tem cão...
Hora de fazer o jantar.
Salada russa (resultado da conversa de ontem com a avó, que me deixou com saudades deste prato) com alface fresquinha. E para temperar a salada... Não comprei vinagre. 21:12. Posso ir ali comprar à loja 24 horas. Mas ali é tudo uns 600 HUF mais caro (ladrões!). Vou até ao frigorífico, pego na caixa de pickles e enfio lá a colher. Tem vinagre, dá para desenrascar.
Problem solved.
Aprendam comigo que eu não duro sempre, amigos.
Salada russa (resultado da conversa de ontem com a avó, que me deixou com saudades deste prato) com alface fresquinha. E para temperar a salada... Não comprei vinagre. 21:12. Posso ir ali comprar à loja 24 horas. Mas ali é tudo uns 600 HUF mais caro (ladrões!). Vou até ao frigorífico, pego na caixa de pickles e enfio lá a colher. Tem vinagre, dá para desenrascar.
Problem solved.
Aprendam comigo que eu não duro sempre, amigos.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Szabadás tér - Liberty Square
8 de Maio de 1945. A Europa vê um dos períodos mais negros da sua História terminar. É o fim da II Guerra Mundial.
Budapeste, 8 de Maio de 2014.
O dia começou na Szabadás tér (Praça da Liberdade). Civis, políticos, embaixadores e o exército húngaro reuniram-se para prestar uma homenagem às vítimas da II Guerra Mundial. A todas elas. As que viram assinaladas as suas mortes e as que viram a sua vida arrancada pelo período nazista. A cerimónia foi em húngaro e por isso como devem calcular as palavras passaram-me ao lado. Mas o que vi, não me passou.
A Praça da Liberdade cobriu-se de cravos (sim, os nossos cravos) e coroas de flores. Uma senhora, a quem arrisco contar oito décadas de vida, de lábios pintados com um vermelho forte, recebia abraços enquanto deixava que lágrimas lhe corressem o rosto. Volvidos todos estes anos ainda se sente mágoa (e medo?) a pairar no ar.
Soube também este mês irá ser erguida uma estátua que relembra os judeus húngaros mortos pelo domínio alemão. O espantoso é que a maior parte da população está contra esta estátua e acusa o governo de ser hipócrita, pois à data do domínio nazi, o governo húngaro terá colaborado com o exército alemão na expulsão dos judeus da Hungria.
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terça-feira, 6 de maio de 2014
não somos uma província espanhola
Para começar bem a semana... FLAT PARTY!
A noite resumiu-se a bebidas, imensos espanhóis, workshop intensivo sobre a cidade e os transportes, mais conversa com espanhóis e a inevitável pergunta: "A sério que não compreendo. Como é que vocês (Portugal) são um país? Não faz sentido..."
Ainda tentei dar um briefing de história de Portugal e Espanha, mas parece que a eles só lhes ensinam o império espanhol e não lhes explicam que NÓS dividimos o mundo. Nós éramos o seu grande "inimigo", ou "parceiro de negócios", como queiram. E que, olhem, acabámos mais ou menos no mesmo sítio.
Mas a aula não me estava a levar a lado nenhum e optei por não insistir. Eles eram uns 15 e eu estava ali sozinha.
A noite resumiu-se a bebidas, imensos espanhóis, workshop intensivo sobre a cidade e os transportes, mais conversa com espanhóis e a inevitável pergunta: "A sério que não compreendo. Como é que vocês (Portugal) são um país? Não faz sentido..."
Ainda tentei dar um briefing de história de Portugal e Espanha, mas parece que a eles só lhes ensinam o império espanhol e não lhes explicam que NÓS dividimos o mundo. Nós éramos o seu grande "inimigo", ou "parceiro de negócios", como queiram. E que, olhem, acabámos mais ou menos no mesmo sítio.
Mas a aula não me estava a levar a lado nenhum e optei por não insistir. Eles eram uns 15 e eu estava ali sozinha.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
todos os caminhos vão dar ao danúbio
"Estás a gostar? Como é a cidade?". Ainda não passaram 48 horas, mas estas perguntas repetem-se constantemente na minha caixa de entrada e nas conversas no Skype. E pouco tenho para contar. Por isso, hoje é dia de ir até ao rio. De conhecer a cidade para onde me estou a mudar. E afinal, ainda tenho umas comprinhas para fazer.
Munida com as minhas armas de exploração, saí de casa de mapa na mão e com a convicção de fazer este passeio a pé. A pé consigo perceber a que distância real as coisas estão umas das outras, consigo tirar fotos, consigo parar onde quero e demorar mais dois ou três segundos a contemplar um pormenor... E também por uma questão prática, uma vez que ainda não tratei do passe de transporte e não estou familiarizada com o sistema de transportes - nem tão pouco consigo distinguir os nomes das estações e paragens. Assim que me afasto do meu prédio, percebo o paraíso que ainda me era desconhecido. Na rua do outro mora uma sopeira. Na minha moram: padarias, supermercados vários, um supermercado aberto 24 horas por dia - maravilha!, pizzarias, e, literalmente em cada esquina, o Mc Donalds e o Burguer King, por isso não se preocupem. Não vou passar fome.
Para além desta Chinatown, como alguém lhe chamou, vivo a dois minutos da principal estação de comboios (com ligações internacionais) de Budapeste.
A tentação nunca esteve representada de tantas maneiras e tão perto. Comida e viagens. Bonito serviço. Adiante. Querem é fotos, não é? Aqui vão algumas.
As fotos ainda não são muitas. Mas somente quando regressei a casa e saltei por entre as memórias do dia é que reparei que apreciei mais com os olhos do que com a máquina. Mas há tempo para repor.
Ah! Encontrei o ferro de engomar. Em húngaro diz-se vas. À noite o meu pai perguntou-me se o ferro era bom. Respondi-lhe que ainda não tinha experimentado, mas que a marca era "OK" e mostrei-lhe a aquisição. Devido à inversão que o vídeo sofre no processo de transmissão da imagem, o meu pai leu "KO" e perguntou-me se eu tinha a certeza da minha compra. Ri-me. E desejei em silêncio que a dualidade do nome não fosse mau presságio.
Para além desta Chinatown, como alguém lhe chamou, vivo a dois minutos da principal estação de comboios (com ligações internacionais) de Budapeste.
A tentação nunca esteve representada de tantas maneiras e tão perto. Comida e viagens. Bonito serviço. Adiante. Querem é fotos, não é? Aqui vão algumas.
As fotos ainda não são muitas. Mas somente quando regressei a casa e saltei por entre as memórias do dia é que reparei que apreciei mais com os olhos do que com a máquina. Mas há tempo para repor.
Ah! Encontrei o ferro de engomar. Em húngaro diz-se vas. À noite o meu pai perguntou-me se o ferro era bom. Respondi-lhe que ainda não tinha experimentado, mas que a marca era "OK" e mostrei-lhe a aquisição. Devido à inversão que o vídeo sofre no processo de transmissão da imagem, o meu pai leu "KO" e perguntou-me se eu tinha a certeza da minha compra. Ri-me. E desejei em silêncio que a dualidade do nome não fosse mau presságio.
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Local:
Budapeste, Hungary
domingo, 4 de maio de 2014
survival day
A chegada à cidade do rio Danúbio começou com a seguinte primeira impressão, junto à zona de recolha de bagagens.
Como devem calcular, depois deste aviso antecipava o pior. E ainda bem que o fiz, para deixar espaço para que o meu queixo caísse quando vi o que se seguiu. Assim que saio do aeroporto e me encaminho (a mim e aos 5 mil kilos que transportava comigo na bagagem - a balança dizia 35, mas eu tenho a certeza que eram 5 mil) na direcção dos táxis, sou reencaminhada para uma pequena cabine, como de um sistema de venda de passes de metro ou autocarro se tratasse... mas para táxis! Prontamente, o funcionário saúda-me com toda a energia do mundo - ou talvez eu é que não tivesse nenhuma, uma vez que o relógio apontava cinco horas da manhã. Tentei um Jó regglet Kívánok (boa noite), mas só me saiu um szervusz (olá) e limitei-me a mostrar-lhe o papel onde tinha anotado a morada. Eis que a magia acontece. Entrega-me um recibo, com a partida e o destino designados e com a quantia que eu iria pagar no final da viagem, na moeda local. "Será algo à volta de 25€, no total. Bem-vinda a Budapeste", despedindo-se. Ao entrar no táxi, tento mostrar novamente a morada, já meia amarrotada. O taxista recusa da maneira que consegue, verbalizando-se num "end". Olho para o lado esquerdo do volante e espreito um GPS, para onde a informação do destino já tinha sido enviada. A viagem faz-se sem confusões, simples e rapidamente. Reconheço a rua das vezes que a espreitei no Google Maps. Chegámos. Cheguei.
Oito lanços de escadas depois e sem elevador, chego ao apartamento. O quarto corresponde às expectativas e respiro de alívio. É três vezes maior do que o meu último quarto em Lisboa (thanks Karma, I've been a good girl last year).
A vontade de me atirar para a cama é maior do que ela e agarro nos dois cobertores do voo da TAP (que se transformaram um colchão vazio, na cama mais fofa e confortável de sempre). O cansaço ameaçava só me deixar acordar dois dias depois, mas a persiana estragada de uma das janelas não o permitiu.
Fui à procura dos supermercados mais próximos (entretanto descobri que fui na direcção totalmente errada), para chegar às seguintes primeiras impressões:
- Há lojas dos chineses em todo o lado
- Continuo a achar que os melhores super e hipermercados do mundo são portugueses
- Não há variedade de oferta
- Não há salsichas em lata! Apenas em plástico, à semelhança de Itália
- A fruta e os vegetais são mais caros
- NÃO HÁ PEIXE. Não se encontra. O mais aproximado que consegui foi uma caixa de douradinhos
- A distribuição do pão é assim um pouco a caminhar para a falta de higiene (um dia explico, com ilustração a acompanhar)
- Os noodles instantâneos continuam a ser os meus melhores amigos nos dias de preguiça (que são quase todos) e custam menos de 30 cêntimos!
- A moeda é uma confusão. O mundo devia usar todo a mesma moeda.
- Demoro 4x mais do tempo normal no supermercado para perceber quanto é que estou a gastar em euros.
Passo o resto do dia a limpar o quarto do meu jeito e a desfazer as malas. Tive a ideia genial de armazenar tudo em vácuo para conquistar espaço na mala - podem imaginar como é que a roupa estava. Damn you, horas a passar a ferro.
Eis que me atinge: Ferro? Espera. Não há ferro cá em casa? Pronto, arranjei o meu programa de domingo. Encontrar um ferro de engomar. Domingos a passar a ferro? Já me sinto em casa.
Como devem calcular, depois deste aviso antecipava o pior. E ainda bem que o fiz, para deixar espaço para que o meu queixo caísse quando vi o que se seguiu. Assim que saio do aeroporto e me encaminho (a mim e aos 5 mil kilos que transportava comigo na bagagem - a balança dizia 35, mas eu tenho a certeza que eram 5 mil) na direcção dos táxis, sou reencaminhada para uma pequena cabine, como de um sistema de venda de passes de metro ou autocarro se tratasse... mas para táxis! Prontamente, o funcionário saúda-me com toda a energia do mundo - ou talvez eu é que não tivesse nenhuma, uma vez que o relógio apontava cinco horas da manhã. Tentei um Jó regglet Kívánok (boa noite), mas só me saiu um szervusz (olá) e limitei-me a mostrar-lhe o papel onde tinha anotado a morada. Eis que a magia acontece. Entrega-me um recibo, com a partida e o destino designados e com a quantia que eu iria pagar no final da viagem, na moeda local. "Será algo à volta de 25€, no total. Bem-vinda a Budapeste", despedindo-se. Ao entrar no táxi, tento mostrar novamente a morada, já meia amarrotada. O taxista recusa da maneira que consegue, verbalizando-se num "end". Olho para o lado esquerdo do volante e espreito um GPS, para onde a informação do destino já tinha sido enviada. A viagem faz-se sem confusões, simples e rapidamente. Reconheço a rua das vezes que a espreitei no Google Maps. Chegámos. Cheguei.
Oito lanços de escadas depois e sem elevador, chego ao apartamento. O quarto corresponde às expectativas e respiro de alívio. É três vezes maior do que o meu último quarto em Lisboa (thanks Karma, I've been a good girl last year).
A vontade de me atirar para a cama é maior do que ela e agarro nos dois cobertores do voo da TAP (que se transformaram um colchão vazio, na cama mais fofa e confortável de sempre). O cansaço ameaçava só me deixar acordar dois dias depois, mas a persiana estragada de uma das janelas não o permitiu.
Fui à procura dos supermercados mais próximos (entretanto descobri que fui na direcção totalmente errada), para chegar às seguintes primeiras impressões:
- Há lojas dos chineses em todo o lado
- Continuo a achar que os melhores super e hipermercados do mundo são portugueses
- Não há variedade de oferta
- Não há salsichas em lata! Apenas em plástico, à semelhança de Itália
- A fruta e os vegetais são mais caros
- NÃO HÁ PEIXE. Não se encontra. O mais aproximado que consegui foi uma caixa de douradinhos
- A distribuição do pão é assim um pouco a caminhar para a falta de higiene (um dia explico, com ilustração a acompanhar)
- Os noodles instantâneos continuam a ser os meus melhores amigos nos dias de preguiça (que são quase todos) e custam menos de 30 cêntimos!
- A moeda é uma confusão. O mundo devia usar todo a mesma moeda.
- Demoro 4x mais do tempo normal no supermercado para perceber quanto é que estou a gastar em euros.
Passo o resto do dia a limpar o quarto do meu jeito e a desfazer as malas. Tive a ideia genial de armazenar tudo em vácuo para conquistar espaço na mala - podem imaginar como é que a roupa estava. Damn you, horas a passar a ferro.
Eis que me atinge: Ferro? Espera. Não há ferro cá em casa? Pronto, arranjei o meu programa de domingo. Encontrar um ferro de engomar. Domingos a passar a ferro? Já me sinto em casa.
sábado, 3 de maio de 2014
diz que é uma espécie de diário
Este espaço já estava criado há séculos. Mas ainda não tinha tido atenção nenhuma. Agora vai passar a ter (pelo menos a minha).
Para quem estava com piadolas sobre a liberdade de expressão que eu vou (ou não) ter aqui, apresento-vos este diário (semanário, ou o raio da frequência que ele irá ter), como forma de vos garantir que todas as notícias chegarão a esse lado.
Para quem estava com piadolas sobre a liberdade de expressão que eu vou (ou não) ter aqui, apresento-vos este diário (semanário, ou o raio da frequência que ele irá ter), como forma de vos garantir que todas as notícias chegarão a esse lado.
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