“If all cosmos were the same distance apart, gravity would pull them all in the same direction. They’d remain perfectly aligned, and precisely nothing would happen. Irregularity, imperfection, and lack of order in hydrogen compacts, atoms of gas gravitating away from each other, and compressed temperatures is what created our universe. Perfection in our galaxy simply does not exist. Without imperfection, neither you nor I would exist.” — Into The Universe with Stephen Hawking: The Story of Everything
(Fora do âmbito do blogue, mas achei que devia partilhar. Porque há viagens que se fazem sem sair do nosso quarto.)
Once Upon a Trip
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
em viagem
Em viagem, quanto mais peço às pessoas para me tirarem uma foto, mais chego à conclusão de que o tripé foi um óptimo investimento.
É que nem explicando EM PORTUGUÊS as pessoas compreendem que se eu me quisesse ver apenas a mim recorreria a um espelho.
Enquadramento gente, enquadramento.
É que nem explicando EM PORTUGUÊS as pessoas compreendem que se eu me quisesse ver apenas a mim recorreria a um espelho.
Enquadramento gente, enquadramento.
domingo, 7 de setembro de 2014
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
nuvens que se mexem
Duas da manhã e muita leitura ainda pela frente. Em frente ao teclado, uma caneca de café já frio. Já perdi a conta das vezes que a (re)enchi hoje. Neste ponto, tenho mais café do que sangue no corpo.
Eis que recebo uma mensagem de uma senhora húngara que alega ter uma história para mim. Continuo a ler, curiosa.
A história remonta a 1991 (esboço um sorriso, afinal 91 foi um bom ano, excelente colheita a 12 de Junho).
Prossigo.
A senhora, que escreve num inglês básico explica que foi "escoltada" até casa por duas nuvens e aprofunda o assunto num documento que me envia com os seus dados, a história completa (em húngaro) e uma foto sua.
Cada país tem a Senhora das Torres do Técnico que merece.
É um facto, nada bom acontece depois das 2 horas da manhã.
Eis que recebo uma mensagem de uma senhora húngara que alega ter uma história para mim. Continuo a ler, curiosa.
A história remonta a 1991 (esboço um sorriso, afinal 91 foi um bom ano, excelente colheita a 12 de Junho).
Prossigo.
A senhora, que escreve num inglês básico explica que foi "escoltada" até casa por duas nuvens e aprofunda o assunto num documento que me envia com os seus dados, a história completa (em húngaro) e uma foto sua.
Ok. Já chega por hoje.
Cada país tem a Senhora das Torres do Técnico que merece.
É um facto, nada bom acontece depois das 2 horas da manhã.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
coração dividido e contagem final
Ter os meus pais e irmão aqui comigo foi o pior e o melhor de dois mundos.
Agora é todo um turbilhão de emoções novamente. Quase tantas como no início. Mas desta vez, o meu coração aperta também por Budapeste. E pela ideia de ir embora.
A minha mãe está mais preocupada do que nunca. Viu o meu dia-a-dia, onde morava, como me mexia na cidade e assustou-se. Não só com medo de que algo me aconteça no meio da azáfama deste país que ela percebe agora quão diferente é (nem que seja pelo desafio da língua), como também por lhe ter caído em consciência que assim estive durante 4 meses, sozinha. Tem sentimentos agri-doces em relação à minha independência e reclama ao jeito de mãe que já não sei viver com companhia.
Vamos confirmar isso em menos de um mês. Que o sol ainda esteja por Portugal quando eu aterrar. Se há coisa que eu sinto tanta falta como a minha família e amigos é de um dia na praia, com areia - não pedras, a ouvir as ondas a bater lá ao fundo, de sentir a pele salgada e o cabelo ainda mais encaracolado . Da chouriça, broa e bolo de pesseira já matei saudades. O mar não coube na mala.
| Vista para Buda, junto ao Parlamento húngaro |
Agora é todo um turbilhão de emoções novamente. Quase tantas como no início. Mas desta vez, o meu coração aperta também por Budapeste. E pela ideia de ir embora.
A minha mãe está mais preocupada do que nunca. Viu o meu dia-a-dia, onde morava, como me mexia na cidade e assustou-se. Não só com medo de que algo me aconteça no meio da azáfama deste país que ela percebe agora quão diferente é (nem que seja pelo desafio da língua), como também por lhe ter caído em consciência que assim estive durante 4 meses, sozinha. Tem sentimentos agri-doces em relação à minha independência e reclama ao jeito de mãe que já não sei viver com companhia.
Vamos confirmar isso em menos de um mês. Que o sol ainda esteja por Portugal quando eu aterrar. Se há coisa que eu sinto tanta falta como a minha família e amigos é de um dia na praia, com areia - não pedras, a ouvir as ondas a bater lá ao fundo, de sentir a pele salgada e o cabelo ainda mais encaracolado . Da chouriça, broa e bolo de pesseira já matei saudades. O mar não coube na mala.
domingo, 24 de agosto de 2014
noites felizes
Ainda não tinha fotos à turista e quando encontrei este rapaz giro na rua pedi-lhe para tirar uma foto comigo.
Ele adorou a ideia. Vejam só a cara de felicidade.
Ou então teve só uma noite péssima. Se calhar adormeceu ao computador, enquanto a irmã ocupou todo o sofá (que deveria ter sido transformado em sofá-cama), vendo-se obrigado a dormir numa poltrona demasiado pequena para os seus 17 anos e muitos centimetros. Talvez só tenha conseguido algum descanso quando acordou a irmã (minorca, apesar de seis anos mais velha) lá para as 7 horas da manhã quando já não aguentava mais o desconforto das dores e balbuciando apenas: "Acorda. Troca.".
Mas é só um palpite.
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