Ao passear na rua Váci, umas das principais ruas do centro da cidade, sou interceptada por um dos muitos empregados dos restaurantes que enchem a rua e que nos convidam a entrar.
Na casa dos vinte e poucos. Giro.
- Gostaria de experimentar alguma especialidade húngara?
- Não, obrigada, já almocei - respondi-lhe, com a simpatia de alguém que sabe o que é ter de falar com um público que não quer saber do que temos para dizer.
Achei que ia parar ali. Mas ele contra-atacou com grande pinta:
- E que tal um namorado húngaro?
Made my day.
a história parou aqui?
ResponderEliminarPassei por lá uma segunda vez, com uma amiga que me estava a visitar, e ele disse exactamente o mesmo. À segunda vez já perdeu o charme. Diz o mesmo a todas. Por isso sim, a história parou aqui.
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