quinta-feira, 11 de setembro de 2014

em viagem

Em viagem, quanto mais peço às pessoas para me tirarem uma foto, mais chego à conclusão de que o tripé foi um óptimo investimento.

É que nem explicando EM PORTUGUÊS as pessoas compreendem que se eu me quisesse ver apenas a mim recorreria a um espelho.

Enquadramento gente, enquadramento.





domingo, 7 de setembro de 2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

nuvens que se mexem

Duas da manhã e muita leitura ainda pela frente. Em frente ao teclado, uma caneca de café já frio. Já perdi a conta das vezes que a (re)enchi hoje. Neste ponto, tenho mais café do que sangue no corpo.

Eis que recebo uma mensagem de uma senhora húngara que alega ter uma história para mim. Continuo a ler, curiosa.

A história remonta a 1991 (esboço um sorriso, afinal 91 foi um bom ano, excelente colheita a 12 de Junho).
Prossigo.

A senhora, que escreve num inglês básico explica que foi "escoltada" até casa por duas nuvens e aprofunda o assunto num documento que me envia com os seus dados, a história completa (em húngaro) e uma foto sua.


Ok. Já chega por hoje.




Cada país tem a Senhora das Torres do Técnico que merece.
É um facto, nada bom acontece depois das 2 horas da manhã.


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

coração dividido e contagem final

Ter os meus pais e irmão aqui comigo foi o pior e o melhor de dois mundos.

Vista para Buda, junto ao Parlamento húngaro

Agora é todo um turbilhão de emoções novamente. Quase tantas como no início. Mas desta vez, o meu coração aperta também por Budapeste. E pela ideia de ir embora.

A minha mãe está mais preocupada do que nunca. Viu o meu dia-a-dia, onde morava, como me mexia na cidade e assustou-se. Não só com medo de que algo me aconteça no meio da azáfama deste país que ela percebe agora quão diferente é (nem que seja pelo desafio da língua), como também por lhe ter caído em consciência que assim estive durante 4 meses, sozinha. Tem sentimentos agri-doces em relação à minha independência e reclama ao jeito de mãe que já não sei viver com companhia.



Vamos confirmar isso em menos de um mês. Que o sol ainda esteja por Portugal quando eu aterrar. Se há coisa que eu sinto tanta falta como a minha família e amigos é de um dia na praia, com areia - não pedras, a ouvir as ondas a bater lá ao fundo, de sentir a pele salgada e o cabelo ainda mais encaracolado . Da chouriça, broa e bolo de pesseira já matei saudades. O mar não coube na mala.




domingo, 24 de agosto de 2014

noites felizes



Ainda não tinha fotos à turista e quando encontrei este rapaz giro na rua pedi-lhe para tirar uma foto comigo.
Ele adorou a ideia. Vejam só a cara de felicidade.

Ou então teve só uma noite péssima. Se calhar adormeceu ao computador, enquanto a irmã ocupou todo o sofá (que deveria ter sido transformado em sofá-cama), vendo-se obrigado a dormir numa poltrona demasiado pequena para os seus 17 anos e muitos centimetros. Talvez só tenha conseguido algum descanso quando acordou a irmã (minorca, apesar de seis anos mais velha) lá para as 7 horas da manhã quando já não aguentava mais o desconforto das dores e balbuciando apenas: "Acorda. Troca.".


Mas é só um palpite.








sábado, 23 de agosto de 2014

Os próximos inquilinos vieram aqui ver o meu apartamento.
Assim que viram a bandeira de Portugal, gritaram: CRISTIANO RONALDO!

Quando é que alguém vai gritar ATM ou Via Verde?

Afinal, também são exportações nossas...