segunda-feira, 1 de setembro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
coração dividido e contagem final
Ter os meus pais e irmão aqui comigo foi o pior e o melhor de dois mundos.
Agora é todo um turbilhão de emoções novamente. Quase tantas como no início. Mas desta vez, o meu coração aperta também por Budapeste. E pela ideia de ir embora.
A minha mãe está mais preocupada do que nunca. Viu o meu dia-a-dia, onde morava, como me mexia na cidade e assustou-se. Não só com medo de que algo me aconteça no meio da azáfama deste país que ela percebe agora quão diferente é (nem que seja pelo desafio da língua), como também por lhe ter caído em consciência que assim estive durante 4 meses, sozinha. Tem sentimentos agri-doces em relação à minha independência e reclama ao jeito de mãe que já não sei viver com companhia.
Vamos confirmar isso em menos de um mês. Que o sol ainda esteja por Portugal quando eu aterrar. Se há coisa que eu sinto tanta falta como a minha família e amigos é de um dia na praia, com areia - não pedras, a ouvir as ondas a bater lá ao fundo, de sentir a pele salgada e o cabelo ainda mais encaracolado . Da chouriça, broa e bolo de pesseira já matei saudades. O mar não coube na mala.
| Vista para Buda, junto ao Parlamento húngaro |
Agora é todo um turbilhão de emoções novamente. Quase tantas como no início. Mas desta vez, o meu coração aperta também por Budapeste. E pela ideia de ir embora.
A minha mãe está mais preocupada do que nunca. Viu o meu dia-a-dia, onde morava, como me mexia na cidade e assustou-se. Não só com medo de que algo me aconteça no meio da azáfama deste país que ela percebe agora quão diferente é (nem que seja pelo desafio da língua), como também por lhe ter caído em consciência que assim estive durante 4 meses, sozinha. Tem sentimentos agri-doces em relação à minha independência e reclama ao jeito de mãe que já não sei viver com companhia.
Vamos confirmar isso em menos de um mês. Que o sol ainda esteja por Portugal quando eu aterrar. Se há coisa que eu sinto tanta falta como a minha família e amigos é de um dia na praia, com areia - não pedras, a ouvir as ondas a bater lá ao fundo, de sentir a pele salgada e o cabelo ainda mais encaracolado . Da chouriça, broa e bolo de pesseira já matei saudades. O mar não coube na mala.
domingo, 24 de agosto de 2014
noites felizes
Ainda não tinha fotos à turista e quando encontrei este rapaz giro na rua pedi-lhe para tirar uma foto comigo.
Ele adorou a ideia. Vejam só a cara de felicidade.
Ou então teve só uma noite péssima. Se calhar adormeceu ao computador, enquanto a irmã ocupou todo o sofá (que deveria ter sido transformado em sofá-cama), vendo-se obrigado a dormir numa poltrona demasiado pequena para os seus 17 anos e muitos centimetros. Talvez só tenha conseguido algum descanso quando acordou a irmã (minorca, apesar de seis anos mais velha) lá para as 7 horas da manhã quando já não aguentava mais o desconforto das dores e balbuciando apenas: "Acorda. Troca.".
Mas é só um palpite.
sábado, 23 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Crystal Fighters, La Roux e Calvin Harris.
Foi assim que começou a minha semana (que coincidiu com o final do Sziget, também conhecido como o melhor festival do mundo). Os dois primeiros deixaram-me sem voz. Tãããão bons.
Aqui conto-vos os concertos principais, mas o melhor é todo o mundo para lá dos concertos. O texto está escrito, é esperar que seja publicado nos próximos dias. As fotos também são minhas. O possível de se fazer com a minha Canon compacta.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
"Histórias para breve".
Mas por que é que eu ainda acho que vou ter tempo?
O Sziget foi (é) o melhor festival de sempre. Curiosos? Espreitem aqui:
1) http://www.espalhafactos.com/2014/08/15/sziget-festival-amor-a-primeira-visita/
2) http://www.espalhafactos.com/2014/08/15/sziget-festival-em-budapeste-o-problema-e-a-humidade/
O resto ainda estou a escrever. É dificil escrever atempadamente sobre um festival que é - literalmente - 24/7. E pelo meio houve farmácias, doenças, perdas de cartões e dinheiro, emails ao médico, ameaças de idas ao hospital, comprimidos, visitas guiadas e cenas de "isto só me acontece a mim".
Mas por que é que eu ainda acho que vou ter tempo?
O Sziget foi (é) o melhor festival de sempre. Curiosos? Espreitem aqui:
1) http://www.espalhafactos.com/2014/08/15/sziget-festival-amor-a-primeira-visita/
2) http://www.espalhafactos.com/2014/08/15/sziget-festival-em-budapeste-o-problema-e-a-humidade/
O resto ainda estou a escrever. É dificil escrever atempadamente sobre um festival que é - literalmente - 24/7. E pelo meio houve farmácias, doenças, perdas de cartões e dinheiro, emails ao médico, ameaças de idas ao hospital, comprimidos, visitas guiadas e cenas de "isto só me acontece a mim".
Mas diz que vou ser chefe de qualquer coisa e apaixonar-me loucamente. Nem tudo é mau.
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